A Chapelaria 2.0 Que Conquista O Mundo Na Internet 2

A Chapelaria 2.0 Que Conquista O Mundo Na Internet

A Rede de Centros SAT, que socorro as pequenas e médias corporações de Astúrias pra vender pela web, o chamado e-Chapelaria. O apelido não podia ser mais apropriado. Combinando blog, blog e redes sociais, Luis Bobes conseguiu-se que a loja de chapéus que herdou de seus pais tenha milhares de seguidores fora de Miami, onde está localizada, e até já de Portugal. Tudo começou em 2007, quando, devido à tua idade, o edifício onde se encontrava a loja desde o começo, na zona antiga de Oviedo, teve de ser abatido.

Diante desta situação, Luis e tua irmã Elena tiveram que escolher entre fechar definitivamente o negócio ou conceder um passo em frente. Optaram por segundo, o que significou abrir dois locais novos, a toda a hora no centro, e desfrutar o serviço de transporte para informatizar seus processos de venda e armazenamento, e gerar uma página da internet. “Em 2008, nós lançamos a loja virtual.

  • 1 Técnicas Tradicionais 4.1.1 Holísticos
  • Se desenvolvem novos padrões de raciocínio
  • Tightening up the process for editing “identifying information” for Schemas (phab:T214466)
  • Difusão de mensagens – a partir de dezembro de 2012
  • 6, seis de abril
  • 15:Cinquenta e nove horas. Amorim vai em comemoração… todavia não em Cardiff
  • 1 Imparcialidade na tomada de decisões e predisposições comportamentais

Mas a primeira versão foi um fiasco. Não recebemos nenhuma visita. Assim que decidimos fazer um blog para entrar em diálogo com os clientes e, dessa maneira, trazer visitantes para o site”, lembra Bobes. A chapelaria começou a ser publicada em abril de 2009, convertendo-se um dos poucos blogs em português especializados no assunto. Logo, a bordo, o mesmo Luis se encarrega de atualizar, começou a gerar muito tráfego pro site e pra aprimorar a sua localização nos motores de busca. Agora mesmo, se a pessoa escreve “chapéus Portugal” no Google, aparecem entre os dez primeiros resultados, e na semana passada, o web site ultrapassou o meio milhão de visitantes.

ainda que a origem da maioria delas é nacional, cada vez chegam mais do exterior, especialmente da América Latina -com o México, a Argentina e o Chile pra cabeça-, no entanto também de países distantes como o Japão, Angola ou no Paquistão. Em paralelo ao blog, Bobes montou perfil da loja no Facebook, Twitter, Flickr e Pinterest, onde publica imagens de seus produtos e compartilhe notícias e artigos a respeito do mundo do chapéu e da própria chapelaria.

“nós Vendemos em ámérica do Sul e Estados unidos, bem como atendemos encomendas em França, Itália, Inglaterra e Portugal, mas não no volume que gostaríamos visto que a logística é muito cara para nós”, explica. Além do mais, seria mesclar a sua marca com diversas algumas de particularidade incerta. “Prefiro conservar meus clientes e prosseguir marcando meu tipo”, remacha.

Não talvez os únicos que não mudemos sejamos nós”, adverte Bobes. “O comércio habitual não vai sumir, em razão de tem a vantagem da proximidade. O que ocorre é que imediatamente não é sempre que o cliente é inserido pela frente do balcão. Assim, devemos evoluir e modificar de mentalidade”. O salto digital de Chapelaria Albiñana tem merecido o reconhecimento de numerosas organizações. “Nos últimos 5 anos imediatamente ganhou 6 prêmios”, destaca Bobes. O mais significativo deles foi o Prêmio Nacional de Comércio Interno, no valor de 5.000 euros, que o Ministério da Economia lhe entregou, em julho passado.

Bobes obteve também o Prémio de Melhor Iniciativa para o desenvolvimento da Sociedade da Informação em espanha e o Prémio de Melhor Iniciativa Independente, Microempresa e TIC, ambos concedidos pelo Governo do Principado. Além disso, no ano anterior, a loja obteve a certificação de e-Empresa da Rede de Centros SAT, que mede o grau de maturidade digital atingido por um negócio. Não consta nos registros o dia ou mês exato.

Só se compreende que Chapelaria Albiñana foi fundada em 1924. Originalmente, estava localizada em frente à igreja de San Juan, numa residência de que hoje só se conserva a fachada. Em 1962, o proprietário se aposentou e passou o negócio para Mariano Bobes e Elena Costa, pais de Luís.

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