A Fundação Persán Reforça O Seu Guia Para Empreendedores Com Uma Versão digital 2

A Fundação Persán Reforça O Seu Guia Para Empreendedores Com Uma Versão digital

A Guia Persán prontamente se converteu “referência” que têm a respeito da mesa, diversos empresários e gestores na Andaluzia, destacou Concha Avenida, presidente da Fundação Persán. “Pretendemos colocar um mapa nacional de recursos ao alcance do empreendedor”, sublinhou José Castro, gerente da Fundação Persán. Este volume de 176 páginas inclui 307 recursos ou iniciativas gratuitos lançadas por entidades públicas e privadas, que conseguem usar os empresários para transportar a cabo as tuas iniciativas.

Se detalham auxílios andaluzas, espanholas e europeias, fruto de “uma informação enérgica e confiável”, que foi confirmado e atualizado com os 172 atores que as promovem, segundo sublinhou José Castro. O volume de recursos cresceu em relação à primeira Guia editada pela Fundação Persán, que continha oitenta e um referências. Nesta última edição foi incluído um 40% de recursos novos e foi eliminado 25% das ajudas previstas no Guia anterior.

O manual dá uma classificação das ajudas em atividade do grau de maturação das iniciativas de empreendedorismo (idéia, primeiros passos e de consolidação); e contém assim como uma organização do tipo de suporte que fornecem. Assim, acrescenta mais de uma centena de recursos de aconselhamento, 38 aceleradoras, 36 ferramentas de financiamento, vinte e sete de investimento, de vinte de ofertas de hospedagem empresarial e 3 incubadoras de negócios. Nesta nova modalidade, o Guia acrescenta 6 plataformas, entre elas Áurea US’Program, uma iniciativa da Universidade de Sevilha, destinada somente a mulheres universitárias, estudantes e graduados.

Concha Avenida detalhou que o Guia dirige-se assim como aos quase 540.000 autônomos que há pela Andaluzia, e que são -sublinhou – em sua amplo maioria (65%) homens. “Necessitamos fazer um empenho pra que este trem não nos escape”, aconselhou a Avenida em frente ao menor protagonismo feminino no mundo do empreendedorismo.

O empreendimento dentro de uma corporação ou organização enorme vem sendo conhecido como intrapreneurship e poderá acrescentar projetos corporativos, onde as grandes corporações criam instituições subsidiárias. De acordo com Paul Reynolds, fundador da Global Entrepreneurship Monitor, “pra quando atingirem a remoção, a metade dos trabalhadores dos EUA, eventualmente, terá um momento de auto-emprego para um ou mais anos”. Nos últimos anos, o empreendedorismo tem sido um jogador interessante no progresso econômico dos EUA e da Europa Ocidental.

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As atividades de empreendedorismo diferem substancialmente dependendo do tipo de organização e a criatividade. O empreendimento varia em escala de projetos pessoais de meio tempo até projetos de extenso escala que exigem um micro computador e gerar diversos empregos. Muitos dos projetos de empreendimento de “Alto Valor” buscam capital de traço ou financiamento anjo (capital semente) para fundar os projetos de formação e expansão da organização. Existem várias organizações que apoiam os empreendedores, incluindo agências especializadas do governo, incubadoras de organizações ou instituições não-governamentais, que adicionam fundações, grupos de interesse, câmaras de comércio, etc

A começar por 2008, será realizada a “Semana Global do Empreendedorismo”, um evento pra oferecer os privilégios do empreendimento e envolver as pessoas em atividades relacionadas. O termo empreendedor é instituído como um sujeito que organiza ou opera um negócio. Geralmente é creditado este termo o economista francês Jean-Baptiste Say. Essai sur la Nature du Commerce em Général, ou Ensaio sobre a natureza do comércio em geral, um livro que William Stanley Jevons afirmou como “o berço da economia política”. Cantillon usou o termo contrário; Cantillon viu o empreendedor como um tomador de riscos, sempre que que Say considerava como planejador.

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