Clube De Campo 2

Clube De Campo

Um clube de campo (country club, em inglês) é um complexo de lazer residencial achado geralmente na periferia das cidades, que adiciona lotes criados ou a desenvolver, independentes entre si, com acesso a áreas comuns de lazer. Pode-Se considerar um tipo de condomínio fechado. A origem dos clubes de campo é britânico, embora o maior avanço se deu sobre a periferia das cidades americanas e canadenses. Em 1970, de imediato viviam pela Área Metropolitana de Buenos Aires oito centenas de pessoas, mas, a partir daqui começa a parar o recurso de expansão urbana.

A ocupação territorial imediatamente não se produzirá a respeito do prolongamento dos braços existentes, entretanto sobre a cobertura dos espaços intersticiais, diluyéndose a característica maneira em estrela. Este acontecimento ocorre com o declínio do Estado de bem-Estar, base utensílio e ideológica do planejamento e do centro da cidade.

Até desta maneira, o raciocínio se baseava na expansão territorial, a integração social e a idéia de um projeto para o futuro. Todavia, até o fim dos anos sessenta e começo dos 70, este ciclo expansivo entrou em incerteza em todo o mundo, como consequência de uma série de processos.

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As diretrizes principais da ditadura militar na Cidade e na Província de Buenos Aires seguiram esta recomendação, mesmo que conjugándolo com outros elementos resgatados do momento modernizador-planejador que em tão alto grau tinha promovido o “progressismo”. De acordo com os novos planos se levantariam auto-estradas de acesso à zona central da Capital pra aprimorar o trânsito (Plano de auto-Estradas Urbanas, etc.), entre outras primordiais obras públicas.

O prefeito Osvaldo Cacciatore assim como tentou alterar a cara da Capital erradicando violentamente as villas miséria, sob uma modalidade quase-terrorista. Esta segunda formação dos clubes de campo, que se estende até meados da década de oitenta, mostra novas características constitutivas dentro de um quadro geral que diminui as exigências sociais para o ingresso de novos proprietários.

A “segurança” e a “recriação” eram dois estilos primordiais que signaban a construção destes empreendimentos imobiliários de segunda criação. A seguinte nota deixa entrever as causas do boom da nova geração de clubes de campo: “(…) a expansão dessas novas formas de edificação, de convivência e organização ao ar livre (…) têm a segurança como motivo principal. Os clubes de campo e oferecem maior proteção contra os riscos de os crimes contra as pessoas (…).

Em segundo lugar, permitem dotar de melhores promessas recreativas ou desportivas (…) prorrateando os custos entre os usuários. Pros 90 esses novos “country club” deram origem a dois tipos com características particulares: os bairros fechados e as torres countries. Os bairros fechados se diferenciavam dos countries por causa de o instrumento comunitário era reduzida aos efeitos de minimizar seus custos de manutenção.

Seus proprietários privilegiaban a segurança, a acessibilidade ao centro da cidade e da existência ao ar livre. Por sua divisão, as torres countries encontravam-se localizadas em grandes terrenos ainda disponíveis no interior do tecido urbano (antigas fábricas, etc.). Nos anos noventa, as políticas sócio-econômicas aplicadas desde o Governo são capazes de robustecer as modificações que vinha sofrendo da cidade e o emprego desde os anos 70, formando um novo sistema urbano.

As novas políticas foram impostas pelo aguda trauma social que provocou a hiperinflação de 1989-1990 como ponto terminal de uma longa agonia do ciclo expansivo. O novo Porto tornou-se de forma acelerada em um “postal” da modernização de Buenos Aires, com grande êxito pela avaliação pública. A expansão da cidade se tinha produzido historicamente do centro para a periferia, exibindo à proporção que se afastava de tuas manchas, tuas omissões e tuas desigualdades.

A cidade posexpansiva, em vez disso, espalhou-se no sentido inverso: da periferia para o centro. Nos pontos mais fracos do sistema anterior (os últimos laços metropolitanos, quase sem infra-suporte) instalou seus grandes empreendimentos territoriais e conectou a começar por auto-estradas com os enclaves do material, financeiro, comercial e turístico do centro “globalizado”. Aquilo que o sistema urbano anterior era uma falha, aquela periferia descualificada livrada a sua sorte, se tornou o novo centro de atenção. Obviamente, o novo sistema urbano nunca chegou a funcionar plenamente como tal, porque coexistia em tensão e conflito com as lógicas da massa urbana anterior construída no decorrer do século XX.

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