Facebook E Estados unidos: A Nova Ordem Do Futebol Europeu 2

Facebook E Estados unidos: A Nova Ordem Do Futebol Europeu

“Morte ao futebol moderno” é um adágio explícito nos nichos de fãs nostálgicos, românticos, cujo o coração e o espírito têm sido presos, amar, em lembranças que, invariavelmente, a todo o momento parecerão melhores pro presente. Pertencem a tuas lembranças. “O futebol é a recuperação semanal da infância”, escreveu Javier Marías. A semana ficou marcado um novo ângulo do “futebol moderno”, aquele monstro insaciável. Que engole com alegria e se alarga sem estourar. Não é só uma alteração de ‘target’, por causa de falamos em linguagem comum, no entanto de modos de consumo.

LaLiga abriu, diante de si, inúmeras frentes, que tem que atacar. Como compensar os assinantes que percam o jogo de recinto que LaLiga decidiu botar no Estados unidos? “Respect” para os fãs, bem clamaría com tua voz celestial que imediatamente ressoa nos céus, Aretha Franklin, descanse em paz. O mito de Eresictón, que por tua voracidade, sempre que mais zampó, mais adelgazó e finalizou engulléndose a si mesmo. Talvez a nova ordem do futebol seja este. Por neste momento, os nostálgicos conseguem baixar as armas. A competição contra o futebol moderno parece ter chegado ao encerramento.

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mas, “Do What U Want”, “G. U. E.” e “Face Dreams” foram descritos como “fresco” e “com mais espírito”. “ARTPOP parece muito angustiado por impressionar os críticos de Gaga. Se ela imediatamente tentou fazer coisas cerebrais para responder às considerações de “só você é outra cantora pop besta”, desse modo não termina de funcionar. Isso é uma pena, em razão de Gaga é sempre melhor quando não se preocupa com essas pessoas.

O método é claro é que Gaga sempre trabalha melhor em linguagem que fala com fluência: desamor, sair à noite, ter sexo, pra cair no amor e o melodrama jovem. Nestes momentos ARTPOP de fato brilha. Todavia, não é o mais incrível instante de Gaga. Há momentos em que nos lembra que ainda podes fazer coisas fantásticas, entretanto pela maior quantidade, ARTPOP nos mostra uma artista que está tentando fazer muitas coisas de uma vez”. Stephen Carlick da revista canadense Exclaim!

“ARTPOP é um dinâmico e notável álbum que, apesar de não divulgar a garota por trás do “Aura”, revela um artista que parece que, finalmente, trabalhou na sua arte, do mesmo modo na sua imagem”. Maura Johnston de Spin lhe deu 6 pontos de 10 e assegurou que a “extenso tragédia” de Artpop vem quando iniciam os tópicos com um “som oco”, como “Vida” e “Fashion!

Assegurou que “a inocência de Gaga,” The Fame e The Fame Monster, e “o empenho” Born This Way desapareceram com ARTPOP. Observou assim como que, apesar de que a cantora não deu 100% com este disco, “está pela direção certa”. Chris Bosman, a revista Time descreveu como “chato e normal”, e apenas observou “Plug N’ Drugs” e “Artpop” como pistas respeitáveis. Amy Sciarretto de PopCrush lhe deu duas estrelas e meia de 5, e escreveu que ARTPOP pareceu-lhe “desigual” e “não tão notável” como os três discos anteriores de Gaga.

Jamed Reed, do jornal The Boston Globe, comentou que “mais de metade das 15 músicas são excepcionais”, destacando “G. U. E.”, “Face Dreams”, “Do What U Want”, “Swine” e “Artpop”. Não só comentou que eram as mais recomendadas do disco, contudo de todo o ano, apesar de que a maioria talvez não seja um sucesso nas paradas. “O tão esperado terceiro álbum de Lady Gaga, é uma homenagem aos velhos mestres.

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