O Carro Que Vai Mudar O Mundo 2

O Carro Que Vai Mudar O Mundo

Quando Henry Ford tornou o automóvel um bem de consumo de massa começou a endurecer, o hábitos de vida ocidental que hoje conhecemos. Os loucos que queimavam óleo. Essa modificação de paradigma será tateável no dia-a-dia. Em outra linha, é lógico refletir que, se o modelo de reabastecimento vai modificar radicalmente, o sector das estações de serviço, cerca de 11.000 em Portugal, sendo o nome, no melhor dos casos, a uma grande reconversão. Um balão de oxigénio pro meio ambiente. O carro elétrico é uma peça chave na luta contra a poluição atmosférica, sempre, claro está, que a eletricidade que os recarregue seja gerada por referências renováveis.

Problemas para a Fazenda. Mas um vasto prejudicado poderá ser o fisco. De 1,25 euros que custa hoje um litro de gasolina de noventa e cinco octanas, pouco mais da metade vai para impostos (o imposto sobre o assunto combustíveis e a quota igual do IVA). Menos acidentes… Quando se fala de segurança do veículo autônomo, surge uma pergunta recorrente: “você Deixaria você que um veículo sem motorista transportar seus filhos ao colégio?

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ainda de muitos anos para que o veículo totalmente autónomo seja uma realidade, porém agora existem exemplos reais de que esta tecnologia podes simbolizar em relação à precaução das vítimas. O diretor da Fundação RACC, Lluís Porta, coloca o modelo de travagem automática diante da detecção de um inconveniente, hoje limitada a carros de alta gama.

de Acordo com seus detalhes, se esses sistemas são generalizaran a todo o parque de automóveis, o número de mortos e feridos seria entre dez e quinze por cento inferior. Quando os carros vão sozinhos, não haverá um condutor a quem culpar a responsabilidade dos acidentes. Será que o fabricante, que será muito obrigado a contratar um seguro de carro? quem será o responsável? Tecnicamente, mas, cortar o fator humano não erradicaría os acidentes, por causa de 10% deles se deve a outros motivos, como falhas mecânicas.

Se um veículo sem motorista colide com outro assim como sem condutor, por um defeito técnico No futuro, pode não ser o proprietário do automóvel, no entanto a organização construtora que assumir a responsabilidade. Adeus aos engarrafamentos. Em teoria, veículos que não precisassem humanos e que estivessem interligados entre si seriam dispensáveis os semáforos e conseguem circular a escassos centímetros de distância entre si. Além do mais, não seria indispensável que as paragens no decorrer do percurso, só ao voltar ao destino ou em caso de urgência, com o que os deslocamentos exigem menos tempo. Uma residência mais barata.

Se o automóvel é realmente autônomo, o qual Não poderia fazer estacionamentos gigantes -nos que, além disso, o aproveitamento do espaço, seria superior, por se tratar de carros que estacionam sozinhos – em áreas remotas, a partir dos quais ligar pro nosso veículo, no momento em que o que devemos? Será que é preciso conceder voltas e voltas pra conseguir estacionar (o chamado “trânsito parasita” que representa um 30%! do total)? Você continuará sendo necessária a construção de parques de estacionamento na cave dos edifícios novos? E se suprimieran estes garagens no centro das cidades, o

Os carros autônomos conseguem fazer baixar o preço da residência no centro das enormes cidades, visto que garantirão mais fluente e menos congestionamentos. Um novo caso urbano. “Isso seria, ademais, que os centros das cidades eram bem mais humanos. Em termos de avenida pública, a cidade poderia adaptar-se relativamente rápido a isso”, diz Angel López. O episódio urbano, pois que, mudaria de modo significativa. Imagine uma cidade sem sinais nem sequer semáforos, quer dizer, com indicadores mais menores só para os peões, sem os incômodos obstáculos e mesmo sem as sirenes dos bombeiros e ambulâncias. E, possivelmente, com menos veículos, pelo motivo de, por ventura, não seriam necessários.

Em média, na atualidade, os automóveis estão em circulação muito pouco tempo e, na maior parte das vezes, com um único ocupante, o motorista. Os especialistas estimam que se aproveita menos de 5% da perícia do parque de carro. Quem vai aspirar ter um carro? Que os veículos estejam permanentemente conectados entre si e que funcionam sem motorista, abre a porta para que isso mude.

“O carro pode levá-lo a fazer outras diligências -explica López – e, sempre que você as está fazendo, você poderá deslocar-se para a transportar um familiar ao médico, buscá-lo e depois ir buscar as crianças para, finalmente, reverter a encontrá-lo”. Isso no âmbito privado, porém É previsível que isto tão respectivo da era industrial, segundo o último padrão de automóvel que termine, já que a propriedade do veículo estará assim como em causa.

Apesar de aceitar que a toda a hora haverá quem quiser pilotar um Ferrari e possa pagar, Lluís Porto assinala que o apelo de ter um automóvel irá minimizar se não há que levá-lo. Além do mais, ainda está por acompanhar que continuarão a melhoria dos preços, não é descartável que os veículos autónomos, com um enorme componente tecnológico, sejam de maiores preços, o que logicamente desincentivará mais a sua compra. Adeus às multas… ou não.

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