Os Políticos Se Lançam As Redes sociais 2

Os Políticos Se Lançam As Redes sociais

Pode elaborar a democracia de um a outro lado de algumas frases soltas a cada dia? Não é uma pergunta simples de responder, mas, sim, parece indeclinável que o distanciamento entre políticos e cidadãos aumenta à quantidade que avança a decadência e que não vai ser descomplicado restringir essa distância de incomunicabilidade. Não obstante, as recentes ferramentas que de um a outro lado das mídias sociais, a web contém oferecem uma chance que a maioria dos políticos não podem, ou no mínimo não quer desperdiçar. Respondendo a esse propósito, centenas de candidatos estão se somando nas últimas semanas, Facebook e Twitter ante a iminência das próximas eleições locais e regionais.

O último a fazê-lo no Twitter, há só uma semana, foi o prefeito de Barcelona, Jordi Hereu, que o seu rival nas primárias, Montserrat Tura, lhe ganho consideravelmente na utilização das mídias sociais. Começou em Portugal uma verdadeira corrida por votos que Esperanza Aguirre é quem está a destacar-se como a mais voraz na hora de ganhar posições pela rede. Com fome consumidora de bytes, embora Aguirre é uma das poucas que deixam claro que seus perfis sociais gerenciam ela e tua equipe, tuas intervenções mais pessoais não deixam indiferente.

Tem mais seguidores no Facebook do que o próprio Mariano Rajoy-embora por muito pouco – e é a mais ativa do PP no Twitter, onde, em poucos meses, tem lançado mais de 1.800 mensagens, ou tweets e acumula 6.500 seguidores. O lehendakari Patxi López é uma surpreendente exceção. Acumula mais de 95.000 seguidores no Twitter e, apesar de tuas obrigações publique tweets por intermédio do seu próprio telefone quase que diariamente.

O faz assim como de modo quotidiana da aludida Esperanza Aguirre e o novo conselheiro do Território e Sostenibilitat, Lluís Recoder, que possui 3.200 seguidores, e, há menos tempo, o presidente da extremadura, Guillermo Fernández Vara. Mas o caso do socialista José Antonio Rodríguez Salas é definitivamente particular. Desde unmunicipio de somente 3.500 habitantes e sem o efeito multiplicador de ser um líder regular na televisão, pôs-se em pé o cibergobierno. Na prefeitura de Junho, Rodríguez Salas explica a Vanguarda como a corporação transmitido em directo pela internet as reuniões plenárias e as mesas de contratação.

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  3. três Aspecto social 1.3.Um Massacre de Barrios Altos
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  5. Crie o mais legal assunto
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No ano passado obteve 47.320 e-mails: comprometeu-se a responder numa hora e definir o foco em um dia. Verdadeiro evangelista da ciberdemocracia, não esconde sua decepção porque a maioria dos políticos consideram as redes sociais como um espaço mais do que atender, dentro de suas estratégias de meios de intercomunicação.

“A maioria não domina que a conexão imediata com o cidadão é a essência da nova democracia. Através das redes os cidadãos provocam os políticos e sentem-se fração do sistema”, reflete. Qual é o segredo? “Se com o orçamento que a gente tem somos capazes de tudo o que fazemos, pense se tivéssemos fundos de verdade”, responde o presidente da câmara de Jun com gravidade. O segredo, se é que existe, está no percurso.

Rodríguez Salas foi o primeiro vereador de algumas tecnologias de toda a Espanha. Mai, o primeiro município do planeta que afirmou o acesso à internet um correto universal, O fizeram 10 anos antes que a Finlândia e a 11 antes que a França. Ytambién o primeiro público de Portugal que, em 2004, realizou uma experiência piloto de voto na web e por SMS.

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