Resultados Do Concurso De Relatos De Novembro-dezembro 2

Resultados Do Concurso De Relatos De Novembro-dezembro

Sim, bem que de uma forma um tanto particular. Não é tanto uma exibição da gravidade do conceito de amor, contudo a história de um marido que fica demente ao perder tua esposa e pretende recriar peças, literalmente. O título é diretamente humorístico, contudo acho que desejamos perdoar em razão de a história se mantém sério. Ortografia e Gramática: Muito corretas.

Não possuo notado qualquer castañazo. Redação e Estilo: Ilustrações alternadas que intercalam os dados da história do passado do protagonista com as cenas que irão informando as ações de esse para começar novamente as peças do “quebra-cabeça”. Neste caso, a suporte dá certo super bem, a despeito de não acabo de perceber a imolação final do personagem e seu recomposta esposa: a lógica que o levou a agir desse modo que o levaria (é de se supor) a permanecer vivo. A menos que você seja um geek de funerais vikings.

Mais bem me apresenta a comoção de que o final está por aqui visto que o autor julgou adequado terminar com uma catarse dramática (pro leitor dessa vez). Mas isto não é preciso. O leitor obtém encerramento semelhante, e ou melhor visto como um agregado que não parece muito resistente com as ações do protagonista. Eu acredito que como o necessita saido de abacaxi, vale cada coisa: é por isso que eu não gosto nada dos protagonistas loucos. É um jeito muito acessível, uma espécie de salvo-conduto que assina-se o autor pra dizer larga é Castela.

E por aqui não havia necessidade disso, em razão de a idéia funcionava sozinha. Sim, com reservas. Não há mal falhas, somente o autor escolheu uma via de exibição da história que faz com que esta me pareça um pouco plana. O mais incrível: A beldade da redação. E o título, com duplo sentido bandido. O Pior: A história é pouco sofisticada e o autor arrisca-se menos com o tipo. Claro que se arriesgara muito esse ponto acabaria similarmente neste ponto. E o final não me convence muito.

  1. 3 Síndrome de Vale
  2. Colocar um ulna de gelo a respeito da ponte do nariz, em inglês e as axilas
  3. Gavião aura, Buteo albonotatus
  4. Se eu tiver relações sexuais, posso tocar a gripe A
  5. O olho da escuridão
  6. Hepatite viral (tem vacina)
  7. E como chamar seu primo

Um relato curioso que de primeira, talvez por um empanamiento mental profundo, me custou a apreender. Mas uma vez entendido se mostra muito original: não em tão alto grau o fato de idolatrar o cadáver da amada falecida, contudo pelo instinto de assassino em série construído pra que ela esteja completa, perfeita. A frase assim como é muito bom, você vai como anel ao dedo, e os sentimentos do protagonista são extremamente conduzidos durante todo o relato. Outro que eu amei muito. Ortografia e escrita mais do que corretas.

Relato super bem escrito: o autor sabe o que faz, escreve perfeitamente aquilo que pretende difundir. Nota-Se, por esse texto, a prática, a experiência e o saber fazer. De momento, prontamente tenho candidato ao relato melhor redigido. A história é sensacional, ainda que de imediato tenha aparecido, ao menos, outro relato onde alguém lhe ocorre desenterrar a tua esposa.

A verdade é que eu não aguardava nesta edição tanta profanação de túmulos. Neste caso, no entanto, o autor se afasta de romantismo e nos fornece uma pessoa consciente do que faz, que domina que aquilo não vai devolver a existência de tua esposa. Mas ainda desta forma o faz.

É simples de sonhar um personagem de raciocínio científico que, apesar de toda sua cognição, continua com esta loucura. Sim, absolutamente neste caso, sim, não tenho dúvida o protagonista. Candidato, em razão de, em pontos. Este relato está super bem escrito e a idéia é mais envolvente, ainda mais que simbolizar a idéia de que o afeto permanente existe, parece uma compreensão macabra da ressurreição bíblica da carne.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima